1356 de Bernard Cornwell – edição brasileira chega em agosto

Com previsão de lançamento para agosto deste ano (preparem os bolsos!), 1356, livro do consagrado autor de ficção histórica/romance histórico Bernard Cornwell, já tem capa e sinopse divulgadas pela editora Record eque vocês conferem abaixo:

1356

Setembro de 1356. Por toda França, propriedades estão sendo incendiadas e pessoas estão em alerta. O exército inglês — liderado pelo herdeiro do trono, o Príncipe Negro — está pronto para atacar, enquanto franceses e seus aliados escoceses estão prontos para emboscá-los. Mas e se existisse uma arma que pudesse definir o desfecho dessa guerra iminente? Thomas de Hookton, conhecido como o Bastardo, recebe a tarefa de encontrar a desaparecida espada de são Pedro, um artefato que teria poderes místicos para determinar a vitória de quem a possuísse. O problema é que a França também está em busca da arma, e a saga de Thomas será marcada por batalhas e traições, por promessas feitas e juramentos quebrados.

.:.Abraços e até a próxima.:.

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Sobre Cassy Teodoro

Administradora e resenhista deste digníssimo blog. Aes Sedai da Ajah Verde, Curadora das Crônicas da Torre Branca e fiel ao Lorde Dragão Rand al'Thor.
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17 respostas para 1356 de Bernard Cornwell – edição brasileira chega em agosto

  1. É definitivo: agosto é o mês da falência!

  2. Mais um livro do Cornwell que estará na minha estante em breve. Valeu por lembrar que ele será lançado no mês que vem!

  3. shaftiel disse:

    é um livro legal, mas está bem longe dos melhores do Cornwell. ele se perde um pouco na estrutura do enredo.

  4. Andei lendo uns livros do Cornwell e gostei, talvez eu compre esse.

    Mas a pergunta que não sai da minha cabeça é:

    Quando será que eles vão parar de vincular qualquer lançamento do gênero ao George R.R. Martin?

    • Cassy disse:

      Eduardo, eu também estou achando um exagero essa história de transformar o Martin em garoto-propaganda. Ainda mais que o Cornwell já muito conhecido aqui no Brasil e já tinha livros publicados bem antes dos leitores brasileiros conhecerem o Martin, né? Está ficando chato isso.

      • Outro dia a LeYa postou uma imagem da capa do Aprendiz de Assassino com o nome do GRRM bem no meio da capa, causando a maior confusão com as pessoas achando que o livro era do Martin.

        Eu penso que não há necessidade dessa superexposição do nome do GRRM, ainda mais com autores que não necessitam disso – caso do Cornwell – além de estar ficando chato pode ser um tiro no pé…

      • Cassy disse:

        É isso que eu penso também, Eduardo. Se é algum autor desconhecido por aqui e que seja publicado pela editora do Martin aqui no Brasil, até acho válido. Mas a Record nem publica os livros do Martin e, como vc bem disse, o Cornwell não precisa disso.

    • Até porque o Cornwell e o seu 1356 é muito mais autor do que o Outro-que-não-deve-ser-nomeado jamais será!
      Cornwell tem um jeito único de escrever e de te fazer empolgar com os livros e as batalhas e pra mim, não precisa de nominho do outro ai na capa pra vender. Até porque, é de outra editora.

      • Cassy disse:

        Heitor, vamos deixar o assunto de lado. Concordo com ambos pontos de vista e já expus minhas razões para o khronnao, que deve ser bastante inteligente para entender o que eu quis dizer.

        O fato é que preciso ler esse livro. Adorei as Crônicas de Artur e acho que batalhas, para mim só tem três autores, dos que eu li, que sabem fazer bem: o Tolkien, o Jordan e o Cornwell. Outros tentam, fica legal, mas não chega ao pés desses três. Ressaltando, dos autores que eu li e não estou generalizando, que fique claro isso.

  5. Urick disse:

    Valeu Cassy, mais um livro do Cornwell pra minha estante.
    Mas, quando é que ele irá terminar as “Crônicas Saxônicas”?

    Abração

  6. Já ouvi falar muio bem do Cornwell, sobre seu estio de escrito e talz. Não duvido que realmente o seja, mas meu problema com ele é que detesto obras onde o autor romanceia um fato histórico. Por isso que nunca li.

    • Cassy disse:

      Mas ele não romanceia muito não. Se precisar ser cruel ele é rsrs. Pelo menos foi assim em As Crônicas de Artur. Eu tb tive esse medo, Adriano.

      Já a Philippa Gregory, que escreveu sobre a Era Tudor, romanceia até demais, há pontos importantes da história inglesa, mas há muitas partes água com açúcar, que enchem um pouco.

      E tem o Ken Follett, que é maravilhoso, mas é meio termo entre a Philippa e o Corwneel na questão romance. Mas os três valem a pena.

  7. Nossa estão chegando livros ai no Brasil que ainda não estão publicados por cá, penso, muito bem vejo que estão a apostar forte no escritor, ainda bem 🙂

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