Resenha: The Colour of Magic, de Terry Pratchett

The Colour of Magic capaTítulo: The Colour of Magic

Autor: Terry Pratchett

Publicação: 1983

Número de páginas: 288 páginas

Editora: Transworld Publishers

ISBN: 9781407034379

Esta resenha foi publicada originalmente no extinto blog Escotilha Literária.

The Colour of Magic, ou como muitos vocês que leram a edição da editora Conrad devem conhecer, A Cor da Magia, é o primeiro livro publicado da mundialmente conhecida série de Fantasia Discworld. O livro também é o primeiro da subsérie Rincewind, cujo protagonista é o mago Rincewind.

Eu comecei a ler o livro há algum tempo e não terminei, deixando a leitura para outra oportunidade. O problema não foi o livro em si, mas uma reestruturação na minha meta de leituras, reestruturação essa que não surtiu qualquer efeito, porque continuo cheia de livros para ler de qualquer forma e muita série atrasada. Enfim, nada diferente de muitos de vocês. Resolvi recomeçar The Colour of Magic após um amigo me recomendar Small Gods, o 13º livro. Portanto, deixo para vocês a minha opinião sobre o livro.

The Colour of Magic tem muito do que se espera em um primeiro livro no que diz respeito ao aspecto introdutório do mundo onde se passa a série. Em suas primeiras páginas, o leitor é apresentado ao mundo onde se passa a série, conhecido como Discworld. O mundo de Discworld tem uma aparência bem atípica e totalmente fantasiosa, o que se espera de um livro assim, não fosse a forma sarcástica e irônica com a qual o autor descreve as ações de seus personagens e as menções ao aspecto, cultura e crença dos demais personagens da série. Terry usa muito bem os elementos da fantasia, desconstruindo os clichés e criando um mundo próprio que recria de forma humorada os nossos próprios defeitos e qualidades como ser humano.

O livro tem uma narrativa bem leve no que diz respeito ao padrão da escrita, que em alguns trechos beira o besteirol, mas isso não é um defeito do livro, acaba servindo ao propósito de expor de forma brilhante a natureza humana. Os personagens são totalmente críveis e muito mais conscientes do que pareçam ser e a trama vai se desenvolvendo conforme a história vai sendo contada e não diretamente ligado a algo que o autor previamente expôs no começo da trama e isso cria momentos nos quais o leitor é surpreendido.

A narrativa, além do humor sarcástico e irônico, conta também com trocadilhos que trazem mais realidade para trama (mais do que já tem, quero dizer). O worldbuilding é maravilhoso e é realmente uma viagem a um mundo fantástico. Espero que assim seja nos demais livros da série. Recomendo muito a leitura e aguardem mais resenhas da série.

.:.Até mais, gente!.:.

Sobre Cassy Teodoro

Administradora e resenhista deste digníssimo blog. Aes Sedai da Ajah Verde, Curadora das Crônicas da Torre Branca e fiel ao Lorde Dragão Rand al'Thor.
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