Resenha: Witches Abroad, de Terry Pratchett

Título: Witches Abroad

Autor: Terry Pratchett

Publicação: 1991

Número de páginas: 279 páginas

Editora: HarperCollins

ISBN: 9780061809729

Witches Abroad – ou Quando as bruxas viajam, título da edição brasileira publicada pela editora Conrad – é o décimo segundo livro da maravilhosa série de fantasia Discworld do autor britânico Terry Pratchett. O livro marca o terceiro segmento da minissérie Witches e traz de volta as personagens Nanny Ogg, Magrat Garlick e Granny Weatherwax.

Esse terceiro implemento tem como pano de fundo a história da Cinderella. Na trama, Granny, Magrat e Nanny Ogg viajam para Genua, um local mais afastado do Disco para que a Magrat, após receber o sua varinha mágica, possa encontrar a sua protegida cujo nome é Emberella, que, por sua  vez, se recusa a participar do baile promovido por Lilith em prol do Príncipe.

Genua é o local onde se passa boa parte da história, porém a viagem das três bruxas até a localidade serve para o autor expandir mais ainda o mundo do Disco, mostrando certas peculiares dos lugares por onde as bruxas passam, desde questões referentes a fauna e flora até questões culturais e costumes locais. Tudo, claro, focado sob a narrativa hilária, sarcástica e irônica bem própria do autor.

A cidade de Genua, como cenário principal da história, funciona muito ao propósito do autor e ao que é contado. De início, a cidade lembra muito o que se diz da gastronomia e costumes franceses. Em outro momento, lembra cidades espanholas. Fazendo uma pesquisa sobre o livro na internet, é possível descobrir que o autor se baseou em uma cidade americana que reúne bem essas características: Nova Orleans.

Além de apresentar mais sobre o mundo do Disco, criar uma paródia que reúne não só o conto da Cinderella, mas também, lembra alguns aspectos do conto da Branca de Neve, o livro retrata um importante passo na vida da Emberella que é o fato dela fazer suas próprias escolhas e não algo programado por alguém.

Embora seja um livro com aquele humor característico do autor, há sim uma certa carga de diversidade buscada pelo autor nas personagens femininas, muito bem representado não somente pelas três protagonistas e pela Emberella, mas pela Lilith e pela Mrs. Gogol, uma espécie de bruxa local.

Por fim, fica a recomendação da leitura do livro e de toda a série.

.:.Até mais, gente!.:.

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Sobre Cassy Teodoro

Administradora e resenhista deste digníssimo blog. Aes Sedai da Ajah Verde e fiel ao Lorde Dragão Rand al'Thor.
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